Uma abordagem estruturada de escrita usando IA
Você vai aprender um método para conduzir todo o processo de escrita acadêmica com apoio de inteligências artificiais generativas, mantendo controle, rigor e autoria intelectual.
O método COFIR estrutura a interação com a IA a partir de cinco elementos fundamentais: Contexto, Objetivo, Fundamentação, Instruções e Restrições. Essa organização permite que você interaja com inteligências artificiais como o ChatGPT de forma segura, consciente e metodologicamente orientada, em alinhamento com as principais diretrizes institucionais e editoriais sobre o uso responsável de IA na pesquisa acadêmica. Ao trabalhar com esses cinco elementos, você aprende a transformar decisões teóricas, empíricas e metodológicas em comandos claros e estratégicos, evitando pedidos genéricos e reduzindo riscos de extrapolação, alucinação e perda de autoria.
Você vai aprender a aplicar o método COFIR com exercícios práticos, tempo dedicado à prática e momentos de correção orientada, utilizando princípios de engenharia de prompts para conduzir todas as etapas da escrita acadêmica, do planejamento à revisão do texto. Em vez de pedir textos prontos, você aprende a usar a IA como uma ferramenta de apoio ao raciocínio, à organização das ideias e à revisão crítica, mantendo o controle sobre o processo de escrita e a responsabilidade intelectual sobre o texto final.
Além da técnica, você vai aprender a usar a IA como ferramenta de pesquisa, não como atalho
Workshop ao vivo no Zoom, com atividades práticas e espaço para tirar dúvidas. O dia será dividido em quatro momentos que constroem o aprendizado de forma progressiva, da compreensão à aplicação:
FASE 01
FASE 02
Nesta fase, você aprende o método COFIR, um framework que organiza a interação com inteligências artificiais generativas para conduzir a escrita acadêmica com método, clareza e controle.
Vamos trabalhar como estruturar prompts a partir de Contexto, Objetivo, Fundamentação, Instruções e Restrições, transformando decisões teóricas, empíricas e metodológicas em comandos claros, específicos e orientados por critérios de qualidade
FASE 03
Nesta fase, você aprende a interpretar criticamente as respostas geradas pela IA e a gerenciar a interação ao longo do processo de escrita acadêmica.
Vamos trabalhar como avaliar a qualidade da saída da IA, identificar extrapolações, alucinações, incoerências argumentativas e problemas de escopo, além de aprender quando e como ajustar o prompt, refinar instruções ou redefinir restrições.
FASE 04
Nesta fase final, você participa de uma prática guiada, com revisão coletiva de prompts e análise crítica das respostas geradas pela IA.
Vamos trabalhar juntos na correção dos prompts, identificando pontos de melhoria, ajustes de contexto, refinamento de objetivos, fortalecimento da fundamentação e definição mais precisa de instruções e restrições. Você aprende como documentar essas decisões e consolidar um uso metodológico da IA ao longo do processo de escrita.
BÔNUS EXCLUSIVOS
Você vai receber uma planilha com a estrutura pronta para usar na hora de revisar:
BÔNUS EXCLUSIVOS
Você vai receber um arquivo com:
BÔNUS EXCLUSIVOS
Você vai receber uma planilha elaborada especificamente para documentar o uso de IA e garantir rastreabilidade e segurança, incluindo:
E o quanto isso vai custar?
Esse workshop valeria tranquilamente R$ 497, considerando um dia inteiro ao vivo, prática guiada, correção direta e todos os materiais de apoio que você leva para aplicar depois.
Ela aprendeu a fazer pesquisa antes da era da IA, com método, rigor teórico e muita leitura. E talvez esse seja o seu grande trunfo: entender a pesquisa de forma profunda, sem depender de tecnologia.
O mais curioso é que, no início, ela detestava a ideia de usar IA. Achava que ia dar errado, que comprometeria a pesquisa e não quis nem saber. Mas foi observando que os textos dos alunos estavam cada vez mais confusos, mecanizados, com “cheiro de plágio”, que Fernanda pensou: Eu preciso guiar essa galera no caminho certo.
Em menos de dois anos, ela mergulhou no tema. Fez cursos, estudou engenharia de prompts, publicou artigos usando IA (sem nunca ter qualquer questionamento ético ou metodológico), e foi buscar referência onde ela acontece: na França e na Inglaterra, acompanhando de perto como pesquisadores internacionais estão usando a IA na pesquisa acadêmica.
Hoje, faz parte de um projeto sobre o uso de IA no Sul Global, construindo diretrizes para Brasil e América Latina, porque entende que nosso cenário é diferente do cenário europeu e norte-americano. Seus cursos já formaram mais de cinco mil alunos, e Fernanda se tornou referência nacional no ensino de IA aplicada à pesquisa acadêmica.