Use a inteligência artificial como apoio para organizar ideias, estruturar a escrita e revisar seu texto com critério.
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Foi observando isso de perto que o Sistema de Escrita Acadêmica Assistida nasceu.
Já tinha artigos publicados em periódicos internacionais, trabalhos premiados em conferências acadêmicas e uma trajetória consolidada na formação de pesquisadores. Quando a IA chegou, minha primeira reação foi de rejeição. Eu tinha receio de que ela atrapalhasse mais do que ajudasse o processo acadêmico.
Mas, ao acompanhar de perto os textos de mestrandos e doutorandos, comecei a perceber algo preocupante: textos cada vez mais confusos, mecanizados, inseguros e, muitas vezes, com “cheiro de plágio”, mesmo quando não havia má intenção. Ali ficou claro para mim que o problema não era a ferramenta. Era a ausência de orientação sobre como usar a IA dentro de um processo acadêmico sério, com método e responsabilidade.
Passei então a estudar profundamente como integrar a inteligência artificial às práticas de pesquisa que eu já dominava. Fiz cursos, mergulhei em engenharia de prompts, testei diferentes abordagens e observei com atenção as possibilidades e limitações dessa ferramenta no contexto da escrita acadêmica.
7 assistentes de escrita assistida
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Fernanda Scussel é mestre e doutora em Administração, pesquisadora na área de marketing e professora de escrita acadêmica. Ao longo da sua trajetória, publicou artigos em periódicos científicos nacionais e internacionais, apresentou trabalhos premiados em conferências acadêmicas e formou milhares de pesquisadores na construção de TCCs, dissertações, teses e artigos científicos.
Muito antes da inteligência artificial existir, Fernanda já ensinava escrita acadêmica com método, leitura intensa, rigor teórico e estrutura clara. Sua formação foi construída em um ambiente em que escrever bem dependia exclusivamente da capacidade de organizar ideias, dominar a literatura e sustentar argumentos com consistência.
Quando a IA começou a aparecer na rotina dos alunos, sua primeira reação foi de resistência. Havia receio de que a ferramenta comprometesse a qualidade da escrita acadêmica e enfraquecesse a formação dos pesquisadores. Mas, ao acompanhar de perto os textos de mestrandos e doutorandos, Fernanda percebeu que o problema não era a existência da inteligência artificial, e sim a ausência de orientação sobre como utilizá-la dentro de um processo acadêmico sério e responsável.
Foi a partir dessa percepção que ela passou a estudar profundamente o uso da IA na pesquisa acadêmica. Realizou formações específicas, mergulhou em engenharia de prompts e acompanhou pesquisadores no Canadá, França, Itália, Suécia e Inglaterra, observando de perto como a inteligência artificial vinha sendo integrada ao contexto acadêmico internacional.
O Sistema de Escrita Acadêmica Assistida nasce exatamente desse encontro entre dois mundos que Fernanda domina profundamente:
Cheguei a uma forma de usar a inteligência artificial que realmente apoia o processo de escrita acadêmica, preservando a autoria, o rigor teórico e a segurança do pesquisador.
Não. Os assistentes ajudam você a organizar ideias, estruturar a pesquisa, revisar trechos já escritos e avaliar a consistência do texto. A escrita continua sendo sua, construída a partir das suas leituras, decisões e escolhas acadêmicas.
Não. O Sistema foi pensado para acompanhar você em diferentes momentos da escrita. Você pode começar pelo assistente que responde à sua necessidade agora e circular entre eles conforme sua pesquisa evolui.
Sim. Os assistentes funcionam para qualquer nível de pesquisa acadêmica. O que muda é a profundidade das decisões e das reflexões, que se ajustam naturalmente ao seu contexto, ao seu nível e às exigências do seu programa.
Sim. O Sistema foi desenvolvido para apoiar a escrita acadêmica independentemente da área do conhecimento ou da abordagem metodológica. Ele se adapta ao seu tema, ao seu tipo de pesquisa e às suas decisões, pois trabalha sempre a partir do que você traz.
Não, quando utilizado de forma consciente. Os assistentes não possuem acesso a bases de dados, não armazenam conteúdos e não geram textos prontos a partir de fontes externas. Eles funcionam como estruturas configuradas dentro do ChatGPT para guiar o seu raciocínio e organizar o seu processo de escrita.
Não. Os assistentes já estão estruturados. Você apenas segue as orientações propostas em cada etapa, respondendo às perguntas e utilizando seus próprios materiais de pesquisa.
Não. O uso do Sistema não exige nenhum conhecimento técnico. Você não precisa saber programar, criar comandos complexos ou entender como a tecnologia funciona por trás. A experiência foi pensada para ser simples, guiada e acessível para qualquer pesquisador.
Os assistentes podem ser utilizados tanto na versão gratuita quanto na versão paga do ChatGPT.